A frutose é um dos açúcares mais consumidos no mundo, o seu poder adocicado pode ser notado tanto em frutas quanto em preparações. Por ter um potencial de adoçar bem interessante e ser termicamente estável, a indústria achou por bem modificar a glicose, transformando em frutose, o que culminou na produção do xarope de Glicose ou de frutose. Por não ser produzido de forma natural é que inicia-se todo processo de discussão sobre até que ponto a frutose é benéfica ou maléfica. Sabe-se que o consumo de frutas é importante para a saúde, além de ser usado como terapia adjunta a diversas condições, como é o caso da obesidade. A frutose de origem natural, possui baixa capacidade de trazer prejuízos à saúde humana, por outro lado, a frutose industrial ou o xarope de frutose, possui uma atividade nociva à saúde humana, visto que o seu consumo excessivo está ligado com um maior quadro obesogênico, acúmulo de gordura no fígado e desregulação do perfil lipídico. Em contrapartida, no que tange a prática esportiva, a frutose pode ser uma grande aliada na manutenção do estado glicêmico do atleta, o que garante um aporte energético para a sustentação da performance, além de contribuir para a oxidação de gordura, o que sugere um maior aporte energético proveniente da gordura. 

 

Portanto, a frutose não é vilã e nem mocinha, o que vai direcionar a aplicabilidade é o estado nutricional do indivíduo, bem como a estratégia proposta, além de considerar qual tipo de frutose pensa-se em ofertar, sendo que a de origem vegetal, sem passar por processamento químico, promove uma resposta metabólica mais segura. 

 

“Esse texto foi escrito por Michel Sueira, baseado em artigos científicos. Todo material utilizado pode ser disponibilizado quando requerido. Se você ficou com alguma dúvida entre em contato conosco pelo e-mail nutricao@certosaude.com.br”

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